Dia de Eleições

Legislativas 2015

Hoje (4 de Outubro de 2015), os eleitores foram chamados às urnas para escolher a constituição da Assembleia da República na próxima legislatura e de onde sairá o novo Governo.

No Alqueidão normalmente o local de voto é na Casa do Povo. Foi este ano a primeira vez que os eleitores exerceram o seu direito de voto na sede da Junta de Freguesia.

As Mesas de Voto

As urnas encerraram às 19 horas.

Afixação dos Resultados

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No Alqueidão o resultado foi o seguinte:

A coligação PàF, ou seja PPD/PSD e CDS/PP teve 474 votos e logo a seguir ficou o PS com 253 votos.

O Bloco de Esquerda conseguiu 98 votos a CDU 42, o PDR 12 e o PCTP 8.

O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) também teve 8 votos.

A nível nacional venceu a coligação Portugal à Frente.

O primeiro-ministro vai se nomeado pelo Presidente da República, depois de ouvidos os partidos representados no Parlamento e tendo em conta os resultados eleitorais.

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A Palmeira do Adro

A palmeira está doente. Foi contaminada por aquela doença que está a dizimar as palmeiras portuguesas e que é provocada por um escaravelho que vem do norte de África, e é dificílima de tratar. A ‘vacinação’ para evitar este mal é caríssima (ronda os 500 euros) e nem sempre resulta.

Se a palmeira ficar de pé, e sem tratamento vai morrer e contaminar outras árvores também, daí que, não sendo possível tratar, terá de se cortar e queimar.

A palmeira do Adro já faz parte da história desta terra. Ela foi plantada pelo ti João Rosinha em 1927, no mesmo dia em se faz uma peregrinação a pé a Fátima e se estreou a bandeira que ainda hoje é usada nas procissões.

João Rosinha

Ainda no mesmo dia, por ser o dia do casamento da Laura Sarrana com o  Manel Galo, o João Rosinha plantou também uma palmeira no jardim da casa dos noivos. Esta palmeira já não existe.

Palmeira Laura Sarrana

Antigamente nas festas de Nossa Senhora, a quermesse era feita com prateleiras de madeira que se colocavam à volta da palmeira do adro.

Nas festas de Agosto de 2015, a comissão de festas optou por fazer a decoração do Adro tendo a palmeira como centro.

Preparativos Festa 2015

No mês de Setembro de 2015 já a Palmeira começou a parecer um pouco despenteada e a partir dessa altura o seu estado piorou dia após dia.

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A primeira tentativa para salvar a palmeira foi em 24 de Outubro de 2015.

Hipótese de cura: 10%.

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 31 de Outubro de 2015

Com o vento muitas folhas vêm para o chão constituindo um perigo para quem atravessa o adro, pelo que a área foi vedada.

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E a palmeira do Adro morreu. Ficou decidido que era seria retirada do Adro no fim de Abril de 2016.

PALMEIRA27 de Abril de 2016 foi o dia em que a Palmeira foi retirada do Adro da Igreja.

No Lugar da Palmeira

É agora necessário construir a calçada no lugar vazio que a Palmeira deixou. Foi em 28 de Maio de 2016 que os calceteiros contratados pela Junta de Freguesia levaram a cabo o trabalho de reconstrução da calçada do adro.

O presidente da junta, Filipe Batista, reconhece que não sabe assentar calçada, mas neste dia era ele o servente de calceteiro que transportou os materiais e os levou com o carrinhp de mão, para mais perto dos calceteiros.

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Dia do Idoso

O Dia Internacional do Idoso comemora-se anualmente a 1 de Outubro. Este dia tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e para a necessidade de proteger e cuidar dos mais velhos.

Para comemorar, no dia 1 de Outubro os idosos que frequentam o Centro de Dia do Alqueidão da Serra foram todos almoçar fora. As cozinheiras neste dia só fizeram almoços para os idosos com apoio domiciliário.

Quanto maior a idade, maior a sabedoria, a paciência, e o amor!

Sábado, 3 de Outubro foi o dia escolhido para o convívio com os idosos das outras freguesias do concelho de Porto de Mós. Juntaram-se para a Santa Missa ao meio dia na Igreja do Alqueidão, e depois o almoço foi na sede do CCR.

Estiveram presentes os idosos de Mira de Aire, Alcaria e Alvados, e Alqueidão da Serra. Eram ao todo cerca de 300 pessoas. Garantiram o serviço de mesa, o presidente Filipe Batista e outros membros da nossa Junta de Freguesia, algumas funcionárias do Centro e Dia e alguns voluntários.

A tarde foi de animado convívio para os que quiseram ficar.

 

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A Nova Era

A tradição cristã desta freguesia, criada em 1615, e colocada sob a proteção de São José, tem sofrido profundas alterações ao longo dos anos.

No tempo dos nossos avós o casamento era para toda a vida. As crianças obedeciam aos pais, aos professores e aos catequistas e respeitavam todas as pessoas mais velhas. Na grande maioria das casas rezava-se o terço em família.

Toda a gente rezava o Angelus ao toque das Avés-Marias, ou seja às 6h00, ás 12h00 e às 18h00. Onde quer que estivessem, ao ouvirem o sino paravam o que estavam a fazer, os homens tiravam o chapéu, as mulheres ajoelhavam e todos rezavam o Angelus.

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Agora os tempos são outros, as tradições foram-se perdendo, não se dá tanta importância à oração e as pessoas estão mais centradas nelas mesmas. Ouve-se muito falar em Nova Era.

Mas o que é a Nova Era?

Não é uma seita, nem uma igreja, nem uma religião, é uma mistura de doutrinas, crenças, esoterismo e misticismos diversos que se tem vindo a formar ao longo dos anos. Todos temos sentido os seus efeitos de alguma forma.

A ideia básica da Nova Era é que toda a realidade visível, incluindo o homem, se reduz a “energia cósmica”.

A energia do Cosmos manifesta-se sob muitas formas: uma pedra, o vento, a mente humana, etc… Supostamente existem coisas, lugares e exercícios que podem aumentar nossa capacidade e o nosso controle dessa energia, como por exemplo carregar um cristal de quartzo, visitar uma pirâmide ou outro lugar “sagrado”, etc.

Existe até uma música que se diz  “nova era”. Chama-se assim porque se inspira nalguns temas de interesse para a Nova Era, ou seja: a natureza, as religiões dos povos antigos, as culturas orientais, etc… Costuma ser música instrumental, misturada com sons naturais, às vezes muito repetitiva, outras vezes sem melodia nenhuma.

Quem acredita na Nova Era crê que o terceiro milênio marca a transição da Era de Peixes, (era cristã), para a Era de Aquário, ou seja, uma era pós-cristã. Para eles a igreja é retrógrada e autoritária, em consequência tudo o que é difundido por ela é rejeitado.

Por esta nova consciência o homem vai se dar conta dos seus poderes sobrenaturais e saberá que não há nenhum Deus fora de si mesmo.

O pecado não existe: haveria apenas uma consciência imperfeita que afastaria o ser humano do Criador. É neste cenário que se encaixa a ideologia do género, que desconsidera a sexualidade biológica e apresenta a ideia de que cada um define a sua identidade sexual independentemente da realidade física.

A Nova Era tira a Jesus o Seu caráter único de Filho de Deus e ridicularizam o fato de que Deus se fez homem para “nos salvar do pecado“.

Para eles  Jesus Cristo foi um mestre iluminado entre muitos outros, e mais nada. Diz que a única diferença entre Jesus Cristo e os outros seres humanos é que Ele se deu conta da sua divindade, enquanto que a maioria dos homens ainda não a descobriram.

Quase todos os participantes da Nova Era compartilham algumas crenças:

  • Cada homem cria a sua própria verdade. Não há bem e mal, toda experiência é um passo para a consciência plena da sua divindade.
  • O universo é um ser único e vivo em evolução ao pleno conhecimento de si e o homem é a manifestação da sua autoconsciência.
  •  A natureza também é parte do único ser cósmico e, portanto, também participa de sua divindade. Tudo é “deus” e “deus” está em tudo.
  • Todas as religiões são iguais e, no fundo, dizem o mesmo.
  •  Há “mestres” invisíveis que se comunicam com pessoas que já alcançaram a nova consciência e os instruem sobre os segredos do cosmos.
  • Todos os homens vivem muitas vidas, vão se reencarnando uma e outra vez até alcançar a nova consciência e dissolver-se na força divina do cosmos.
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Rally Paper

Por iniciativa da Junta de Freguesia o domingo 20 de Setembro 2015, foi dia de Rally Paper.

Integrada nas Comemorações dos 400 anos de freguesia, esta prova exigia aos participantes um conhecimento do património, das pessoas,  e dos lugares mais afastados da freguesia.

Foram 11 as equipas concorrentes, que durante a tarde percorreram os vários lugares da freguesia tentando responder acertadamente às perguntas do questionário que lhes foi entregue à partida.

As equipas foram chegando para o lanchinho na sede da Junta de Freguesia, enquanto aguardavam pelo resultado final, e a entrega dos prémios aos vencedores.

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As Equipas Vencedoras

3º Lugar – A Mamã não faz parte da equipa

3º Prémios A mamã nâo faz parte da equipa

2º Lugar – Tubarões

2º PRÉMIO OS TUBARÕES

1º Lugar – Os Leões

1º PREMIO OS LEÕES

E todas as outras equipas ficaram em 4º lugar. Todos tiveram direito a uma lembrança deste dia.

Os poetas cá do sitio

Uma das tarefas deste Rally Paper era a elaboração de uma quadra sobre o Alqueidão da Serra.

As quadras das equipas concorrentes

 

 

 

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