Hino ao Vento

Na serra há calmaria
A aldeia está parada
À espera da energia
E o vento não diz nada
 
Silêncio, Eólo dorme
A noite está aberta
Só a lua consome
A luz que me desperta
 
Alqueidão da Serra
Luz, alegria
Amo esta terra
Com energia.
 
No tempo dos avós
Moinhos, velas, vento
Moíam com as mós
Moleiro e seu jumento
Pois dura, dura, dura
Era a vida nesse tempo
Só a semente pura
Faz florir um novo alento
 
Alqueidão da Serra
Luz, alegria
Amo esta terra
Com energia.
 
No ar há uma aragem
Um sopro, movimento
Mil rasgos na paisagem
E hélices ao vento.
E giram, giram, giram
Dão voltas sem cessar
As turbinas não param
O futuro está no ar.
 
João Amado Gabriel
26 Março 2006
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