Actualmente chamamos-lhe “A Casa de São José”, situa-se junto à igreja Paroquial. Pertencia ao Sr. Adolfo Vieira da Rosa, um nosso conterrâneo que tinha ido viver para Lisboa, onde casou e onde tinha a sua residência habitual.
O Padre Manuel Ferreira tinha pedido ao Sr.Adolfo que lhe vendesse aquela casa junto ao adro, para as obras de assistência aos pobres, casa de trabalho, etc.
A resposta chegou por carta. O Sr. Adolfo disse que sim, que lhe vendia a casa….mas sem dinheiro.
O Sr. Adolfo Vieira da Rosa deu a sua casa, para que a Igreja nela realize obras de assistência aos pobres, mas de modo a que não se desvie para outros fins, a sua dádiva. Estávamos em Janeiro de 1957.
A casa passou então a chamar-se “Casa de Trabalho de São José de Alqueidão da Serra” e as obras de remodelação foram avançando à medida que chegavam os donativos. Houve quem oferecesse cimento, trabalho, máquinas e também dinheiro. Numa aldeia muito pobre como era o Alqueidão naquela altura, todos ajudavam conforme podiam.
As actividades que se desenvolveram na Casa de Trabalho foram:
Aprendizagem de costura
Trabalhos de malhas numa máquina “tricot-fix”
Arranjo de enxovais para crianças numa máquina de ponto de liga
Aprendizagem de meias numa máquina própria
Aprendizagem de encadernação
Rudimentos de contaria
Outras actividades tais como arranjo do lar, formação doméstica, culinária, etc.
A grande preocupação do padre Manuel Ferreira eram os pobres. A Casa de Trabalho foi uma maneira de os ajudar, dando-lhes formação para que pudessem vir a ter uma vida melhor.
Passaram os anos, as condições de vida das pessoas foram melhorando e terminaram as actividades na Casa de Trabalho.
O edifício foi durante muito tempo utilizados como arrecadação da igreja. Lá se guardavam os foguetes que sobravam das festas, os andores, e outros pertences da igreja.
A Casa de Trabalho funcionou ainda como sala de catequese e Telescola. Foi também lá que funcionou o Centro de Dia antes de ter instalações próprias.
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Actualmente conhecida como “A Casa de São José”, serve de apoio às Festas de Nossa Senhora e à Catequese.
No ano de 2013, enquanto decorreram as obras no Centro de Dia, a cozinha funcionou na Casa de São José. De lá saíram todos os dias as refeições para os utentes e para o apoio domiciliário.
A Casa da Sociedade dos Trabalhadores Alqueidoenses ficava situada na Rua de Cima. Estávamos na década de 50. Era lá que a malta se juntava. Havia um rádio que entre outras coisas, transmitia as cerimónias do dia 13 em Fátima. Lá se organizavam os grupos de teatro e também os jogos de Futebol.
Em 1 de Janeiro de 1954 foi criada “A Sociedade Desportiva Alqueidoense”. Era o principal movimento da terra, e arrastava atrás de si toda a classe trabalhadora. A sede era na Casa da Sociedade, também conhecida por “Café Alqueidoense”.
Foram muitos os jogos de futebol organizados pela Casa da Sociedade, entre eles destacam-se os seguintes:
– No dia 19 de Setembro de 1956, no campo da Chã, entre o Grupo Recreativo Alqueidoense e o Grupo de São Mamede da Serra. Ganhou o Alqueidão por 5 a 2.
– No dia 23 de Dezembro de 1956, na Corredoura, entre o Grupo Recreativo Alqueidoense e o Grupo Desportivo da Corredura. A equipa do Alqueidão fez uma excelente exibição, e só devido à má arbitragem saiu derrotada por uma diferença mínima 2-3. Neste jogo amigável a equipa do Alqueidão teve a seguinte constituição: Adolfo, Batista, Viriato, Santos, Amadeu, Carvalho, Matos I, Matos II, Chico, Fernando e Cecílio. A receita deste encontro foi para os pobres das freguesias de São João e São Pedro.
– 13 de Fevereiro de 1957, no campo da Chã, perante numerosa assistência realizou-se o jogo entre o Grupo Recreativo Alqueidoense e o Vitória Futebol Club de Minde. Durante a primeira parte a equipa do Alqueidão dominou o terreno, chegando ao intervalo a ganhar por 2-0. Na segunda parte a equipa adversária assumiu o comando do jogo de forma a alterar o resultado. Resultado final: 3-3. Na equipa local alinhou: Adolfo, Batista, Artur, Santos, Amadeu, Carvalho, Matos I, Matos II, Chico, Fernando e Cecílio.
Entre 13 de Maio de 2015 e 13 de Maio de 2016, a imagem Peregrina de Nossa Senhora saíu para visitar todas as dioceses de Portugal.
Foi no dia 10 de Maio de 2016 que a freguesia do Alqueidão da Serra recebeu a visita da imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima. Este facto ficou para sempre assinalado numa placa que se encontra na parede lateral da Igreja Paroquial.
Depois das cerimónias no Reguengo do Fetal, a Imagem de Nossa Senhora chegou junto à placa do Alqueidão da Serra onde esperavam os elementos do grupo de BTT “os Destravados”, nas suas bicicletas.
Vieram em procissão até ao adro da igreja paroquial. As ruas por onde passaram estavam enfeitadas com velas e flores, e muitas pessoas esperavam no Cruzeiro com as suas velas acesas.
Quem esperou no adro da igreja assistiu a um filme sobre a visita da imagem de Nossa Senhora (que se venera na Capelinha), ao Alqueidão da Serra em 1951.
A noite estava muito fria, com vento e chuva, no entanto o adro estava cheio de gente quando chegou a procissão que acompanhava a imagem de Nossa Senhora.
As crianças da catequese fizeram uma encenação de uma Aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, e acompanharam as cerimónias cantando junto com o Coral Calçada Romana.
O padre Manuel Pedro orientou a oração do terço, e no final houve uma largada de 50 balões representando as 50 contas do terço do Rosário.
Iniciou depois a procissão de velas em direcção a Porto de Mós. Enquanto decorreram as cerimónias no adro nunca choveu, e até o vento se calou.
As pessoas que acompanharam a Imagem de Nossa Senhora, a pé, numa procissão de 4 km até chegar a Porto de Mós, realçam o silencio. Não fazia vento nem frio nem chuva, só silencio e oração.
Chegando à Valicova havia tochas acesas espetadas no chão dos dois lados da estrada, que as pessoas agarraram e levaram a acompanhar a imagem de Nossa Senhora.
Pararam ao passar pelo Centro de Cuidados Continuados, onde os trabalhadores daquela unidade de saúde fizeram uma homenagem à Virgem Peregrina.
A procissão seguiu até à igreja de São João onde aguardava a Banda Recreativa que, depois de um momento de oração, acompanhou Nossa Senhora até à igreja de São Pedro.
A imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima permaneceu na Igreja de São Pedro, em vigília de oração até ao dia seguinte.
1951
Entre 9 de Junho e 13 de Agosto de 1951, a imagem de Nossa Senhora que se venera na Capelinha das Aparições, saíu para visitar todas as paróquias da Diocese de Leiria.
Foi nos dias 6 e 7 de Julho de 1951 que a freguesia do Alqueidão da Serra recebeu a visita da imagem de Nossa Senhora que se venera na Capelinha das Aparições em Fátima. Este facto ficou para sempre assinalado numa placa que se encontra na parede lateral da Igreja Paroquial.
Naqueles dias o povo do Alqueidão da Serra esmerou-se para mostrar a sua grande devoção a Nossa Senhora.
A Imagem chegou em procissão aos limites da freguesia onde foi recebida pelo pároco e pelo povo do Alqueidão da Serra.
Procissão
Os pátios, as varandas das casas antigas, as pequenas escadas de acesso, os peitoris das janelas, tudo estava enfeitado. E eram tantas as luzes que só a curta distancia se percebia que não era uma linha contínua de luz, mas sim uma série de velinhas quase juntas.
A verdura misturada com pequenas flores, formava arcos que embelezavam todas as ruas. A simplicidade dos arranjos e a originalidade de certos pormenores deixavam encantadas as pessoas que vinham de fora.
Rua Padre Júlio Pereira Roque
Ladeira do Santareno
Largo da Escola Velha
Rua da Escola
Procissão
A-do-Ferreiro
Largo da Escola Velha
Rua Padre Julio Pereira Roque
Meia hora depois da meia noite começou a adoração ao Santíssimo Sacramento num altar erguido no adro, todo revestido de alecrim, rosmaninho e flores da serra. Ao lado estava o pequeno trono de Nossa Senhora.
Foi às 5,30 horas a comunhão geral e em seguida dois sacerdotes foram visitar os doentes impossibilitados a quem confessaram e deram a Sagrada Comunhão.
Logo de seguida partiram para os Bouceiros para incentivar as pessoas daquele lugar a tomar parte das cerimónias do dia, a mais importante das quais foi a missa, seguida da benção dos doentes. Nesta missa fez-se um ofertório solene, onde todas as zonas da freguesia ofereceram vinho, trigo, cera, mel e um cordeirinho.
Terminada a missa começou a procissão para a entrega da imagem a Porto de Mós. À hora marcada chegaram ao limite da freguesia, onde se encontraram com a procissão organizada pelo povo de Porto de Mós. O Sr. Prior do Alqueidão despediu-se e entregou a imagem às autoridades de Porto de Mós.
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Dos dois lados do vale, nas duas estradas de luz não cessavam as aclamações, os vivas, o levantar de velas, a saudar Nossa Senhora ou a despedir-se dela. Muitas das pessoas do Alqueidão ainda continuaram até Porto de Mós.
Recorte do Jornal “Sol da Serra de Julho de 1956
1954
Em 1954 para celebrar o 3º aniversário da honrosa visita de 1951, teve inicio a peregrinação da imagem de Nossa Senhora de Fátima que veneramos na nossa igreja, por todos os lugares da paróquia.
Esta peregrinação durou três semanas, estando em cada lugar mais ou menos dias, em atenção ao numero de famílias. O entusiasmo foi muito grande. Todos mostraram muito interesse em tornar proveitosa a visita da imagem em cada lugar.
A imagem venerada na nossa Igreja foi levada em procissão pelo meio da serra até aos lugares mais distantes da freguesia.
Já em 1890 se fazia a festa do mês de Maria, que era anual, e em Maio. Era então pároco o Revº Padre Manuel Afonso e Silva.
Depois das aparições de Fátima, o mês de Maria começa a ser vivido com mais intensidade. As raparigas cuidavam dos arranjos de flores. Todos os dias iam à Igreja com as suas ofertas de flores: Açafates com arcos feitos de pau de figueira formavam lindas ofertas de flores do campo: cachuchos, maias, rosas, papoilas e outras.
Todas as zonas se organizavam, procurando cada uma ser a melhor. Levavam bandeiras feitas por elas próprias. Eram de pano branco, com pagelas alusivas e coladas com farinha de trigo amassada.
Cantavam cânticos, simples, sem pretensões poéticas, mas para elas bastante significativos, por exemplo:
Vamos ao botão de rosa
apanhar lindas flores
p’ra fazer um ramalhete
para a mãe dos pecadores
Caminhemos para a Senhora
Com as nossas flores abertas
está a chegar o dia
de entregar as ofertas
Não chegueis ao adro sagrado
Sem a maior devoção
Rezemos um Pai-Nosso
Pelas almas que lá estão.
Ao entrar não receeis
na casa de oração
Oferecer as ofertas
Ao divino coração
Na Santa casa entremos
Onde está São José
O Divino Sacramento
E Nossa Senhora ao pé
Aqui tendes ó Maria
esta oferta de flores
apanhadas pelos campos
pela mão dos pecadores
Aqui estou Virgem Senhora
Já contrito, na verdade
pedindo misericórdia
perdão, perdão, piedade
Da Santa casa me vou
Virgem Maria Sagrada
onde está o cálice bento
e a hóstia consagrada.
Mais tarde, por volta dos anos 50, as ofertas de flores eram feitas pelas crianças, só ao Domingo, e eram também feitas ofertas de géneros e bens da terra. Era feito um leilão dos produtos oferecidos e as flores eram colocadas numa rede e ficavam a ornamentar o altar de Nossa Senhora.
Anos mais tarde, para além das ofertas e do leilão havia a grande procissão com a imagem de Nossa Senhora, que se fazia de noite, com velas, pelas ruas iluminadas com cascas de caracóis acesas com azeite.
Depois a Procissão começou a ser organizada logo a seguir à missa do Domingo, com a imagem de Nossa Senhora, a banda filarmónica, os andores de bolos e cavacas e as outras ofertas.
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Depois a grande festa em honra de Nossa Senhora do Rosário passou a ser feita no 1º domingo de Setembro. Para a procissão enfeitavam-se as ruas, colocavam-se colchas nas janelas, e as crianças corriam para os sítios mais altos e atiravam pétalas de rosas para cima do andor que levava a imagem de Nossa Senhora.
Durante a tarde havia musica e a quermesse e vendiam-se os bolos e as cavacas dos andores.
Actualmente a festa realiza-se no mês de Agosto, e ainda hoje é, a maior festa da aldeia.
Realizava-se na década de 50, sob a orientação da Acção Católica Portuguesa, a Festa da Família Agrária. Era então pároco o Padre Manuel Ferreira.
Esta festa tinha por finalidade levar o agricultor junto de Deus, para agradecer tudo o que a terra produzia.
No ano de 1956 esta festa ocorreu no dia 10 de Maio, (quinta-feira da Ascenção, o dia litúrgico indicado para esta festa) e teve um brilho especial uma vez que se realizou em conjunto com a freguesia de São Mamede.
Juntaram-se os párocos das duas freguesias e pediram autorização ao Sr. Bispo, que autorizou e abençoou esta iniciativa.
O local escolhido foi “as lagieiras da Carrapatosa” por ser o mais central para as duas freguesias, embora ficasse distante e o caminho fosse bastante agreste.
Começaram os preparativos para a parte espiritual e recreativa. Na preparação da parte material do ofertório o desânimo era visível porque com quase um mês de chuva e frio as sementeiras ainda davam poucos sinais de frutos, mas por fim lá apareceram os primeiros frutos para oferecer em homenagem ao Senhor.
Para a parte recreativa ensaiaram-se cânticos, poesias, estudavam-se os discursos, cada um tomava conta do trabalho que lhe foi confiado.
O Daniel e o Manuel Pereira tomaram a seu cargo o transporte da aparelhagem sonora, e o Carlos Saragoça encarregou-se levar as peças do Altar, estes seguiam muito mais devagar que as outras pessoas.
O encontro estava marcado para o meio dia. Às onze e meia chegaram o altar e os altifalantes. Escolheu-se o local, e o altar foi armando em cima de um alto penedo saliente ficando bem à vista de toda a assistência.
Começou então a Santa Missa na qual o celebrante foi o nosso pároco, tendo o pároco de São Mamede ficado ao microfone a orientar os cânticos. Depois da homilia seguiu-se um coro falado composto especialmente para esta festa, e o ofertório no qual tomaram parte os organismos da Acção Católica e o restante povo, fazendo a oferta do que cada um tinha.
A missa terminou com uma breve Acção de Graças, e deu-se um intervalo de duas horas para a merenda, ao que se seguiu o leilão das ofertas.
Foi por volta das quatro horas da tarde que se iniciou a parte recreativa com “A Marcha dos Organismos Agrários” cantada por toda a multidão em anfiteatro pela encosta da serra rodeando o palco adaptado numa pequena planície.
Falaram os dirigentes das duas freguesias, entre os quais o presidente da L.A.C do Alqueidão que desenvolveu o assunto “O que é que se pretende que seja a Familia Agrária”. O presidente de São Mamede falou sobre “Aspirações e Anseios os Agrários em todos os Campos de Actividade”
Apareceu um “dentista formado numa universidade desconhecida” que fez rir de verdade toda a assistência (era da parte de São Mamede).
Estava a ficar tarde para chegar a casa ainda de dia, a festa terminou com o Hino da Acção Católica Portuguesa, e todos tomaram o caminho de regresso às suas casas.
Coro falado composto especialmente para a Festa da Família Agrária Alqueidão e São Mamede – 10-05-1956Locutor: Aqui tendes Senhor a vossa Família Agrária do Alqueidão e São Mamede, num espírito de união fraternal, a render-vos preito de humilde gratidão.
Todos: Aqui estamos Senhor, nós, aqueles que revolvemos a dura terra para semear aquela semente que Vós fazeis germinar, desenvolver e dar fruto.
Locutor: Vimos pedir e agradecer
Todos: Precisamos Senhor da vossa benção e protecção, pois sem Vós, os nossos suores não se transformam no pão que cada dia há-de manter a vida que bondosamente nos destes.
Locutor: Mostrastes até há pouco a Vossa Grandeza, até no castigo com que podeis fulminar-nos.
Todos: Como sois grande ó Senhor
Locutor: Queríamos hoje trazer com mais abundância os primeiros frutos, as permissias das nossas sementeiras até junto do Vosso altar, mas o tempo agreste que Vós permitistes, não deixou germinar as sementes, que mãos pecadoras lançaram à terra.
Todos: Tende piedade de nós, ó Senhor, perdoai-nos as nossas ofensas, esquecei o dia terrível dos vossos justos castigos.
Locutor: Já que na Vossa Providência Infinita nos tendes mandado este tempo agreste, deixai que digamos como o Salmista:
Todos: Chuvas e geadas bendizei ao Senhor, frios e neves bendizei ao Senhor, ventos e tempestades bendizei ao Senhor
Locutor: E agora Senhor,
Todos: Apresentamos ao Vosso ministro, as nossas ofertas, que nos unirão neste Sacrifício a Vós, Vitima Adorável. Com estas ofertas queremos ficar verdadeiramente unidos a Vós, para podermos remediar a nossa fraqueza e pequenez no grande pedido que Vos vamos fazer. Enriquecidos agora com a Vossa Presença, permiti que vos façamos confiadamente o nosso pedido. Pedimos Senhor Omnipotente e Misericordioso que cumuleis com a abundância das Vossas graças as primicias que Vos dignastes nutrir com a chuva e com o tempo, e fazei com que os frutos da terra que é Vossa cheguem ao perfeito crescimento. Fazei Senhor com que o Vosso povo, por vezes tão ingrato pense em Vos agradecer os benefícios com que os cumulais. Tornando a terra produtiva saciai também aqueles que necessitam de bens terrenos, para que assim, os pobre e indigentes possam também entoar os Vossos louvores, ao Vosso poder e à Vossa Glória. Assim seja.
1 – Alqueidão da Serra: Apontamentos para a sua História – de Alfredo de Matos;
2 – A Comarca de Porto de Mós – de Alfredo de Matos;
3 – Dom António Pinheiro – de Alfredo de Matos;
4 – A Escola de Frei José e Frei Manuel da Conceição na Serra de Santo António – de Alfredo de Matos;
5 – Da Pré-História à Actualidade: Monografia de Porto de Mós – de Francisco Furriel;
6 – José da Silva Catarino: Uma Visão para além da Serra – de Nuno Matos
7 – Wikipédia
8 – Jornal “O Portomosense”
9 – Jornal “O Mensageiro”
10 – Tradição Oral