Francisco Furriel

Filho de Esperança Silva e Manuel Jorge Furriel, nasceu em Alqueidão da Serra em 1925.

Estudou até à 4ª.Classe, e ainda frequentou por algum tempo a Escola Comercial de Leiria, mas uma queda obrigou-o a ficar em casa durante três meses, e já não regressou à escola.

Durante o tempo que esteve em casa a recuperar da queda, construiu uma miniatura do Mosteiro da Batalha. Foi este trabalho que apresentou na primeira exposição de arte de trabalhadores que se realizou em Lisboa, corria o ano de 1951. E foi premiado!

Depois dessa exposição em Lisboa todas as portas se abriram. Conheceu pessoas importantes na área das artes. Apresentou uma fotografia da miniatura do Mosteiro da Batalha na Fábrica Bordalo Pinheiro nas Caldas da Rainha, e logo quiseram dar-lhe trabalho. Não ficou a trabalhar lá porque um amigo que tinha no Alqueidão, o Paulo Amado, lhe disse que ele devia era ir trabalhar para a Secla que era um empresa mais moderna e já integrada no mercado internacional.

Francisco Furriel começou a trabalhar na Secla nas Caldas da Rainha em 1953. Casou com Clotilde Amado Gabriel, natural de Alqueidão da Serra, e foram viver para as Caldas da Rainha onde construíram toda a sua vida.

1954

A sua actividade profissional baseou-se na cerâmica, trabalhava na Secla 8 horas por dia, mas nos tempos livres dedicava-se também à pintura, à escultura e também à geologia e arqueologia.

22nov1973

Embora tendo a sua residência nas Caldas da Raínha, visitava frequentemente a sua terra natal, manifestando um grande interesse pela história da sua freguesia e do concelho de Porto de Mós.

Euclides

Elaborou uma monografia sobre o concelho de Porto de Mós, intitulada “Da Pré História à Actualidade”em três volumes, onde se pode ler informação sobre todas as freguesias do concelho e que se encontra disponível para consulta na Biblioteca Municipal de Porto de Mós .

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Criou o museu de História Natural de Porto de Mós, onde reuniu peças que vieram de todo o concelho: Fósseis, pedras, alfaias agrícolas, etc., obra esta conseguida com o apoio do presidente da câmara, que na altura era Gomes Afonso, e ao vereador da cultura José Ferreira.

Teve a iniciativa de fazer o “concurso de presépios”, que ainda se realiza todos os anos, promovido pela Câmara Municipal.

Francisco Furriel

Da autoria de Francisco Furriel é o baixo relevo que se encontra no cruzamento da estrada Romana, o busto do Fiscal Costa que está  na Rua A-do-Ferreiro e busto do Major no jardim da barreira.

Foi sob a orientação de Francisco Furriel que, por ocasião das comemorações da criação da freguesia em 25 de Outubro de 1970, se inaugurou a   exposição documental feita na capela da Senhora da Tojeirinha. Nela se encontravam muitas peças paleontológicas e arqueológicas encontradas na Freguesia no decorrer dos tempos. Eram objectos diferentes de serventia geral tais como vestuário, alfaias agrícolas, boiças, moedas, armas de defesa e caça, dobadoiras, algumas contas das que se fabricaram no Alqueidão, louça de cozinha, livros, pesos, etc.

Contribuiu para a construção do Miradouro Jurássico (junho de 1995) em colaboração com a arquitecta Ester Vieira, Manuel Gomes António, Junta de Freguesia, Câmara Municipal de Porto de Mós, e vários trabalhadores de Pedreiras e Construção Civil do lugar de Alqueidão da Serra.

Mudou a sua residência para o Alqueidão e expôs alguns dos seus trabalhos na Casa dos Povo, durante as Festas de Nossa Senhora que se realizou nos dias 20,21 e 22 de Agosto de  2011.

Participou com uma das suas esculturas na exposição de presépios que o padre Manuel realizou no salão da Igreja no natal de 2012.

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Participava activamente na vida da comunidade. Era presença habitual nas missas de domingo. Todos os anos nas Festas de Nossa Senhora seguia até onde podia a banda filarmónica que recolhia os andores. Participou na homenagem que o povo do Alqueidão fez ao padre Américo Ferreira. Estava presente nas actuações do Grupo Coral Calçada Romana, nos almoços solidários de Natal, na apresentação do livro “Avô Capitão”, etc.

Um grande senhor, que viverá para sempre na nossa memória…

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Faleceu no Hospital de Leiria, com 88 anos de idade, no dia 19 de Janeiro de 2014. Casado com Clotilde da Silva Amado Gabriel Furriel, era pai de Pedro Jorge Gabriel Furriel e Paulo Rui Gabriel Jorge Furriel este último já falecido, avô de três netos e uma bisneta.

Imprensa Regional

A Gazeta das Caldas

http://www.gazetacaldas.com/37073/francisco-jorge-furriel-1925-2014/

O Portomosense

http://www.oportomosense.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1010:francisco-furriel-deixou-nos&catid=39:cultura&Itemid=73

O Portomosense de 06 de Fevereiro de 2014

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Escolástica de Jesus Carreira

Escolástica de Jesus Carreira nasceu em Lisboa em 1867.

A sua vinda para o Alqueidão da Serra, ficou a dever-se  ao facto de ter ficado viúva e com 3 filhos pequenos.

O marido, que trabalhava na Câmara de Lisboa, foi morto no  dia 5 de Outubro de 1910, quando  se deu o golpe de Estado que destruiu a monarquia e implantou o Regime Republicano em Portugal.

Vendo a situação difícil em que ela se encontrava, um irmão, que era padre, ajudou-a na sua vinda para o Alqueidão da Serra com os seus filhos, entre eles Maria Carreira (Maria Pata) na altura com 11 anos.

Escolástica conseguiu arranjar o trabalho  de fazer o correio.

Ela ia buscar o correio a Porto de Mós, e de caminho trazia as encomendas que as pessoas lhe pediam. Quase sempre eram medicamentos, porque no Alqueidão não havia onde comprar medicamentos.

Nessa altura os caminhos eram muito maus. Não havia estradas. O caminho por onde ela passava, era aquele que passa ao Zambujal, rente à casa da Ti Emilia. Ainda não havia a estrada para Porto de Mós.

Quando chegava ao Alqueidão  distribuía o correio e as encomendas, de porta em porta. Mais tarde começou a deixar o correio em casa do Sr. José Rosa, e depois as pessoas iam lá buscar.

Casa do Sr. José Rosa

A casa do Sr. José Rosa era o sitio de onde Escolástica levava e trazia o correio e as encomendas. Mais tarde, quando ela era mais velha, ia sempre um neto com ela, porque muitas vezes tinham que andar de noite.

Quando o Sr. José Rosa morreu, o correio passou a ser distibuído em casa do Ti João Vitório.

Escolástica de Jesus Carreira casou com Manuel Gomes de Carvalho.

Escolástica de Jesus Carreira

Faleceu em 08 de Janeiro de 1946, com 79 anos de idade, viúva de Manuel Gomes Carvalho,

Foi responsável pela distribuição do correio em Alqueidão da Serra durante 36 anos.

Este trabalho foi depois continuado pela sua filha Maria Carreira que contava para isso com a ajuda dos filhos ainda pequenos.

Maria Carreira e João da Silva Marto

Maria Carreira que casou com João da Silva Marto, teve 8 filhos: João Gomes de Carvalho; Daniel da Silva Marto, Guilherme da Silva Marto, Narciso da Silva Marto, Benvinda Carreira Marto, Fernando Carreira Marto, Maria do Céu Carreira Marto e Artur Carreira Marto.

Passaram muito frio, porque andavam muito mal vestidos e mal calçados, e tinham que ir a pé todos os dias a Porto de Mós, muitas vezes de noite e com chuva e frio.


O Correio era distribuído todos os dias, menos ao Domingo. E iam aos Bouceiros 3 dias por semana,

Saíam de casa às 3 horas da madrugada, com uma mala grande fechada e selada, às costas.

Chegavam a Porto de Mós às 4 horas e depois esperavam até às 6 horas que era a hora em que lhe entregavam a mala com a correspondência para o Alqueidão.

Enquanto esperavam pela mala com a correspondência, iam comprar as coisas que as pessoas lhes tinham encomendado. Nesta altura, o Correio em Porto de Mós era no Rossio.

Maria Carreira (A ti Maria Pata)

Na altura que a ti Maria Pata deixou de fazer o correio, o ordenado dela eram 200$00.

Ao todo, Escolástica e Maria Pata fizeram o correio durante 60 anos.

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Dona Conceição

Chamava-se Maria de Jesus da Conceição Amado Rosa e nasceu em Alqueidão da Serra.

Era filha de Francisco Vieira da Rosa e de Maria de Jesus Amado. Irmã de Ilda Maria Amado, Maria Ema Amado e Carlos Amado Rosa.

Maria de Jesus da Conceição Amado Rosa

Tirou o curso de professora primária, e ficou a dar aulas na sua terra natal: Alqueidão da Serra.

Nos anos de 65/70, com o Padre Américo como lider, todas as férias grandes os estudantes, organizavam uma grande burricada, sempre para a serra, onde passavam o dia, e lá cozinhavam o almoço, cantavam, dançavam, etc. Era a Burricada dos estudantes.

Nesse tempo ser estudante, era um privilégio, era uma pequena elite.

A Dona Conceição passou a vida inteira dedicada ao ensino. Era uma professora muito exigente, mas muito respeitada por todos. Muito dedicada ao trabalho, conseguia sempre levar a exame as crianças que tinham mais dificuldade em aprender.

Turma de 1986

1986 foi o ultimo ano em que a D.Conceição deu aulas, foi então que se reformou.

Vivia sozinha, na sua casinha na Carreirancha, perto da sua irmã Ilda, até que veio ter com ela uma rapariga dos Açores, dizendo que tinha sido empregada em casa de um tio da D.Conceição, o Zé Padre, e que como este tinha falecido, ela não tinha mais ninguém, então a D. Conceição acolheu-a em sua casa.

Passados alguns anos a D.Conceição foi para um Lar em Leiria. Lá encontrou um cavalheiro que tinha conhecido na sua juventude e que entretanto tinha ficado viúvo. Namoraram algum tempo e casaram.

Permaneceu no Lar em Leiria até falecer.

Assembleia de Freguesia de Alqueidão da Serra


29 de Abril de 1988 – Ata no. 11

Voto de Louvor


Considerando o elevado papel e importância grande que tem na sociedade portuguesa, na
escola e no ensino, a pessoa do professor primário;

Considerando que, por tudo o que conhecemos da professora Maria de Jesus da Conceição
Amado Rosa, o seu espirito de dedicação, de total entrega, de autentico sacerdócio à causa do
ensino de tantas centenas de filhos do Alqueidão da Serra que pelos bancos da sua escola
passaram como seus alunos, e a quem tão competentemente soube ensinar, educar e instruir; Dado que, desde outubro de 1950 até Março de 1987 se dedicou totalmente ao serviço da
escola do Alqueidão; Tendo completado ainda mais de 36 anos de serviço que foi superiormente qualificado de suficiente com equivalência a Bom; Considerando que para um melhor bem do ensino por si ministrado, prestigiando a nossa terra e a nossa escola, frequentou imensos cursos e seminários tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo até sido sócia fundadora da Associação Luso-Espanhola de pedagogia, com sede no Instituto Luso-Espanhol no Porto; Considerando a sua diversificada atividade no ensino, não só primário, mas na 5ª e 6ª classes, após adequado curso de aperfeiçoamento, as suas funções como monitora e encarregada do Posto de Telescola, quer como posto particular com o nº 873, quer depois como oficial com o nº. 245, desde 1968/69 até 1975/76 e para cuja oficialização muito se deve ao seu empenho e ação; Considerando o seu trabalho orientação e dedicação à cantina escolar a quem se deve a sua promoção e fundação; Considerando ainda as difíceis condições de trabalho, na escola velha, as más instalações, o elevado numero de alunos, o ensino por vezes a quatro classes em simultâneo, o não olhar nem a tempos nem a horários, recordando ainda assim o asseio, a limpeza e o jardim que lá brilhavam e cuja ação da Mestra testemunhavam e espelhavam. Lembrando também o seu papel na educação religiosa, e em festas tais como o Dia da Mãe, as vivências do Natal e da Páscoa, o mês de maio, a Imaculada Conceição, a sua ação catequética e tantas outras; Dadas as elevadas funções que sempre desempenhou, destacando-se o ensino e a gestão da Escola, as de Diretora da Escola durante imensos anos, Presidente de Juiz de Exames, Encarregada do Posto de Telescola, Diretora da Cantina, Monitora Pedagógica de Ações Regionais para professores tanto no Continente como nas Ilhas; Salientando-se também noutros campos a sua atividade como militante, fundadora e dirigente diocesana da LEC Liga Escolas Católica, nas Conferencias de São Vicente de Paulo e ainda como estudante;

Não podendo de modo algum esquecer os seus mais de 36 anos de inteira e total dedicação à
nossa escola, aos tantos filhos do Alqueidão da Serra, sente-se o dever e assim decide
publicamente louvar e prestar publico reconhecimento, homenagem e louvor à ilustre
professora do ensino do Ensino Primário e filha do Alqueidão da Serra Srª. D. Maria de Jesus da
Conceição Amado Rosa.

Por tudo o que fica dito, e pelo muito que haveria a dizer, o justo louvor e homenagem em
nome da freguesia, que agradecida se sente, através deste seu órgão mais representativo.
Lido e votado, foi aprovado por unanimidade.

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Numa das paredes exteriores da Casa do Povo de Alqueidão da Serra, foi colocada uma placa em homenagem à professora Conceição Amado.

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Deolinda – A Peixeira

Pertencia a uma família de peixeiras. A sua mãe Ana vinha vender peixe para o Alqueidão com duas filhas ainda pequenas.

Conheciam toda a gente, sabiam sempre tudo o que se passava. Vinham de manhã, na camioneta e passavam o dia no Alqueidão. Vendiam o peixe de porta em porta, andavam com as canastras à cabeça, o que fazia com que ficassem todas molhadas com a água que ia pingando das canastras.

Almoçavam em casa de quem lhe oferecesse o almoço. Muitas vezes trocavam o peixe por batatas, ou outros produtos que as pessoas cultivavam.

Passaram os anos e a mãe Ana, deixou de vir. Mas as filhas Deolinda e a irmã continuaram a vir ao Alqueidão vender o peixe. Algum tempo depois a irmã passou a vender o peixe em Porto de Mós e a Deolinda passou a vir sozinha.

Durante muitos anos, 2 vezes por semana, a Deolinda trazia-nos peixe fresco. Chegava cedo, vinha na camioneta da Rodoviária,  e depois corria o Alqueidão inteiro a pé, com a canastra à cabeça para vender o peixe. No fim voltava para a Nazaré na Rodoviária.

Para o almoço trazia um bocadinho de pão no bolso do avental. Quando chegava a hora de almoçar fazia uma fogueira, assava um peixinho e comia com o pão. Muitas vezes as pessoas ofereciam-lhe um prato de sopa.

Tinha um bom coração, toda a gente gostava dela. Quando percebia que alguém tinha uma vida difícil, ou estava doente, ela dava-lhe o peixe. Quando as pessoas passavam por ela, no caminho do trabalho e não levavam dinheiro, ela deixava levar o peixe na mesma e dizia: não faz mal, pagas depois!

Por vezes, quando ela passava, as pessoas não estavam em casa, mas naquela altura toda a gente deixava as portas destrancadas, e ela já sabia de que peixe as pessoas gostavam, abria a porta e deixava lá ficar o peixe para o almoço.

Vinha sempre, quer estivesse chuva e frio, ou em dias de muito calor a peixeira vinha cá sempre, e percorria a aldeia toda com a canastra à cabeça.

Depois, mais tarde, arranjou um carro de mão onde colocava o peixe para vender, e também as coisas que as pessoas lhe davam (batatas, alfaces, tomates, cebolas, etc.).

Deolinda Peixeira

Deolinda Peixeira

E quando a idade já não lhe permitia andar tanto a pé, ficava no muro do adro e esperava que as pessoas lá passassem.

Até que ficou doente. Mas ainda assim veio durante algum tempo com a sobrinha que tinha um carro frigorífico.

Não podendo mais vir por força da idade,  ficou em casa no Sitio da Nazaré.

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Indústria Extractiva

A Pedra na Natureza

A Calçada à Portuguesa é uma herança histórica.  Registe-se que a sua extracção já se fazia em boa escala, antes de 1758. O depoimento é do pároco da Freguesia. Chamava-se ele Sebastião Vaz. Deixou escrito que, neste tempo, muita pedra preta fora arrancada e saíra para diferentes sítios, e era utilizada em tribunas.

O termo “Calçada Portuguesa” apareceu nos meados do século XX, depois de se ter pavimentado sistematicamente a cidade de Lisboa com uma pedra miúda, branca de lioz ou calcário (vidraço) e a preta de basalto ou calcário.

É uma técnica de aplicação com pedra meramente irregular que permite a formação de desenhos baseados no contraste claro-escuro.

A pedra para calçada foi também muito utilizada pelos Árabes, pelos Castelhanos  e também pelos Romanos, na construção de estradas e pavimentos.

Existe ainda um troço de estrada construída pelos Romanos e que seguia até Tomar.

 Foi também muito utilizada, durante o reinado de D.João II, nas cidades de Lisboa e Porto, construção de ruas, e no embelezamento das zonas ribeirinhas. A praça da Republica em Lisboa foi calcetada em 1883  e foi utilizada a pedra preta do Alqueidão para fazer os motivos decorativos. Também a praça 5 de Outubro em Caldas da Raínha, a Praça Rodrigues Lobo em Leiria, e muitas outras praças por todo o país. Por ser bastante funcional e decorativa, rapidamente saiu das cidades para as outras zonas do país, e espalhou-se também por vários outros países europeus.

Extracção e Corte

Para a extracção da pedra, primeiro procede-se ao desmonte da rocha utilizando uma giratória. Seguidamente divide-se a rocha, fazendo-lhe diversos furos com um martelo pneumático. Depois com a marreta esta pedra é cortada em blocos de 40 a 20 com, que vão depois ser partidos com um martelo, para a produção de calçada com as dimensões de 4/5cm, 5/7cm, 9/11cm ou 12/13cm. Existe pedra para calçada branca, Preta, Cinzento escuro, cinzento claro e Cor de Rosa.

Pode ler-se na revista “Visão” um artigo sobre os nossos exploradores de pedreiras, e as grandes dificuldades que já sentem para escoar a pedra que produzem.

O Trabalho Final

O Calcetamento é efectuado pelos calceteiros, técnicos especializados que colocam a pedra por cima de uma camada granular fina com a ajuda de martelinhos. Para isto é necessário proceder à compactação de terreno. Seguidamente pode ser necessário colocar pó de pedra ou areia para a obtenção de uma boa base para a colocação da calçada.

Em Alqueidão da Serra

Placa Indicativa da Entrada na Aldeia

Placa Informativa

Mesa de Jardim

Chão da sede da Junta de Freguesia

Em Espanha

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